11 de Novembro de 2009

Do Twitter para aqui


A precisar, urgentemente, de uma coisa nova na minha vida.

10 de Novembro de 2009

40 anos de Rua Sésamo

A Rua Sésamo faz 40 anos. Todos aqueles que cresceram nos anos 90 foram influenciados pela vivência desta série, alguns deles ainda foram "baptizados" com os nomes das personagens ( quem foi que se acuse...) e foi a partir daí que os rapazes começaram a sonhar por ter uma Alexandra Lencastre na sua vida. A culpa era do Poupas que ficava entusiasmado com as suas carícias.
A personagem que eu mais me identificava é mesmo o Monstro das Bolachas. Não é dificil adivinhar o porquê. Bolachinhas, vão todas lá em casa. Aqui fica uma canção em homenagem a um dos meus amigos de infância.





Só mais duas coisinhas: é impressão minha ou a canção tem o seu quê de Mão Morta e a personagem tem a voz parecida com o Adolfo Luxúria Canibal ? Outra coisa, recordando o vídeo, também me recorda uma coisa: já à algum tempo que não como uma bolachinha. Ah, desgraçada da dieta.

9 de Novembro de 2009

Manual de instruções ( II )

8 de Novembro de 2009

Manual de instruções ( I )


porque dá sempre jeito saber
.

6 de Novembro de 2009

Versões improváveis ( 6 )

Quando me faltarem versões, recorre sempre aos Flaming Lips. É só ver no Youtube as inúmeras versões, e algumas delas de temas bem improváveis. Mas nada melhor do que uma versão de uma canção que marcou quem viveu nos anos 80/90: " Bohemiah Rhapsody", dos Queen

5 de Novembro de 2009

Hoje tive um sonho, particularmente, agradável. Já nem me lembrava de ter um sonho assim. Aliás, já nem me lembrava de sonhar. Ele tinha tanto de esquisito, pela situação e pessoas envolvidas, como agradável, pela situação e pessoas envolvidas também. Mas quando estava a chegar ao clímax ( do próprio sonho não de outras coisas...) eis que começo a ouvir o telemóvel a despertar.

Aceitei esse fim como tenho aceite o fim de outras coisas na minha vida. No fundo, este sonho representou o que a minha vida tem sido. Momentos agradáveis, mas quando estou quase a passar para o outro lado, quando parece estar no ponto ideal, existe sempre qualquer coisa que me vai barrando e que me vai fazendo perder esperanças até desaparecer, como se fosse o vento que vai levando as folhas das árvores para parte incerta. Resta saber quando irei ultrapassar isso. Talvez ainda não tenha aparecido o momento ideal.

E agora o ideal era dizer, " vou dormir e sonhar novamente". Mas não, tenho de ir trabalhar.

3 de Novembro de 2009

Da escrita como salvação

"Era irónico que eu não pudesse escrever sobre o meu próprio suicídio. Não poderia sentar-me e descrever a sensação exacta do frio que o cano da pistola produzia quando pressionado contra a têmpora, durante o último segundo fugidio, antes de a bala entrar no cérebro e sair pelo outro lado, desfazendo para sempre o ritmo alucinante do pensamento humano, nem a queda lenta do corpo da cadeira provocando o baque e o derramento de sangue.
Foi nisto que pensei quando apontei a arma à cabeça." - João Tordo in " O livro dos homens sem luz. "